quarta-feira, 12 de março de 2014



JORNAL LOGRADOUROS
12/03/2014
Dias de carnaval na vida do povo
Por: Eduardo Augusto Pinto
Não estou aqui a falar do excelente carnaval que o nosso povo leva às ruas e faz a alegria de multidões, mas sim, do carnaval que acontece o ano todo, promovido pelos maus políticos, empregados do povo, que sambam, entre outras coisas piores, na cabeça do povo brasileiro.
Tais políticos acima descritos fazem o povo brasileiro sambar para conseguir vagas em creches, em escolas, nas redes da saúde pública, de segurança pública e demais obrigações do Estado, que efetivamente não as cumpre.
Caso o cidadão deixe de pagar os seus impostos, vêm as cobranças do Estado por intermédio de execução fiscal e de forma voraz.
Dinheiro para custear a máquina pública com sua fome famigerada não falta, pois basta criar ou aumentar impostos e taxas, que todos os cidadãos são obrigados a pagar a conta de seus empregados (os eleitos pelo povo).
Salve o samba não só no pé, como também no bolso arregaçado dos cidadãos!
Salve, salve, o País onde os maus empregados dão ordem para os patrões, que os escolheram mal.
Salve, salve, o que há muito tempo deveria ter sido abolida, a escravidão de todo um povo pelos maus políticos.
Não deveríamos saldar e salvar os maus políticos, os quais dão apenas migalhas para o povo, mas infelizmente aqueles estão com a poderosa caneta na mão. A caneta que o povo lhes atribuiu de forma errônea. A caneta que atua como varinha mágica de condão que abre muitas portas. A varinha de condão que faz milagres ao instituir leis benéficas aos mágicos e concede para o povo o trabalho árduo para ganhar migalhas, inclusive em suas aposentadorias.
E o povo continua a sambar em busca dos seus direitos, samba com a dor no corpo todo e na alma da injustiça reinante.
Já está mais do que na hora do povo se unir e dar um basta nisso, afinal de contas, somos todos iguais perante a Lei, sem qualquer distinção.
Assim sendo, diante da igualdade legal, a aposentadoria deveria ser uma só para os maus políticos e para os cidadãos, sem distinção.
O cidadão deve saber que nas próximas eleições não deve mais votar em quem está no poder e não fez nada para eliminar as desigualdades reinantes entre os cidadãos e os maus políticos.
Chega! Vamos dar um basta; chega de reinados e súditos ajoelhando e dizendo sempre amém.
Temos de eliminar, de uma vez por todas, os maus políticos que se consideram semideuses, e que se colocam muito acima dos cidadãos de bem de nosso País.
Rogo a cada cidadão para que, nas próximas eleições, faça a sua parte para melhoramos a nação.
Não votem em quem está no poder e não fez nada!


sexta-feira, 7 de março de 2014



JORNAL LOGRADOUROS

28/02/2014

Sardinha em lata, assim se sentem milhares de paulistanos (veja artigo)

Por: Por Eduardo Augusto Pinto
Aqui, eu não estou aqui falando da deliciosa e saborosa sardinha em lata, mas sim, do transporte público, no qual as pessoas ficam materialmente enlatadas e prensadas umas nas outras e por horas, em óleo corporal quente, quer queira ou não.
 Nos coletivos, deveria ser obrigatório o uso de cintos de segurança, exatamente como o é nos automóveis, mas não é! E por que não?
Ora, é simples a resposta. Os coletivos - ônibus - estão e andam sempre totalmente lotados, logicamente que só para a satisfação dos donos das empresas, pois não há sequer espaço para o usuário cair, quiçá se deslocar, diante da enorme lotação.
É mesmo o corpo a corpo diário. E mais. Eles estão se esquecendo de uma lei física, ou seja, a de que dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço. Somente pela lei dos homens que os nossos atuais políticos tentam revogar a lei da física.
Entretanto, eles não conseguem, e quem sofre, é realmente o povo, que, no seu dia a dia, depende dos transportes públicos, pois aqueles, só se utilizam de carros oficiais, pagos, regiamente, com o dinheiro do povo!
Os usuários dos transportes coletivos correm, diariamente, o risco de sofrer lesões contundentes em acidentes automobilísticos, pois a segurança que é exigida para os automóveis, não é a mesma imposta aos transportes coletivos.
Pior ainda, quando o motorista do coletivo dá aquela famosa “brecadinha”, conhecida popularmente como o “freio de arrumação”, as pessoas que estão totalmente enlatadas e espremidas têm de se acomodar, mais e mais, no espaço que é sempre inexistente, só para caber mais pessoas.
Faz-se valer o antigo ditame “no coração de mãe sempre cabe mais um!”.
Ainda, com o asfalto todo ondulado da cidade de São Paulo, o sacolejo do coletivo fica bem maior e, com isso, todos os passageiros são obrigados a se acomodar, como disse, onde realmente não existe mais nenhum espaço.
E veja que, para os mais jovens, a situação já é deveras difícil, especialmente quando estes têm de se segurar nos coletivos; o que se dirá às pessoas mais idosas e às portadoras de necessidades especiais?
Assim, e para que pudéssemos obter a melhoria dos transportes públicos, necessariamente deveriam ser extintas as regalias e as mordomias de utilização dos referidos carros oficiais para os políticos, sendo que estes seriam obrigados a tomar, ou melhor, a se utilizar do transporte público que oferecem para os coitados dos cidadãos, que pagam, regiamente, pelos seus impostos e não têm, em contrapartida, um transporte descente.
Devemos sempre cobrar dos atuais políticos, pois que está na Constituição que “todos são iguais perante a lei!”.